Meninas, se acalmem! Respirem fundo. É só o que eu tenho a dizer. Alain Delon em toda sua juventude e glória não é colírio, tá mais pra um desfribilador cardíaco de 7000 watts. A vida É incontestavelmente bela.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Take a deeep breath
Meninas, se acalmem! Respirem fundo. É só o que eu tenho a dizer. Alain Delon em toda sua juventude e glória não é colírio, tá mais pra um desfribilador cardíaco de 7000 watts. A vida É incontestavelmente bela.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Coco antes de Chanel


Esta sexta-feira chega enfim aos cinemas brasileiros Coco antes de Chanel, longa metragem dirigido por Anne Fontaine e estrelado pela fofa Audrey Tautou. Assisti à cabine do filme (sessão especial que a distribuidora faz para a imprensa algumas semanas antes do lançamento oficial) e gostei. Bom, acho que por eu ter isso com muita expectativa não tive uma reação assim tããão positiva. Não amei, só gostei. Mas não há dúvida de trata-se de um bom filme. Mas quem espera ver a glória e sucesso de Mademoiselle Chanel vai perder a viagem. Como o próprio nome diz, o filme leva aos espectadores toda a trajetória de Coco (siiim, quem assistir vai descobrir o porquê do famigerado apelido) antes da fama e fortuna. Vale a pena pelo conteúdo histórico, pela interpretação de Tautou, pelo figurino bem executado e o mais importante: para virar ainda mais fã de Chanel. Sim, sempre é possível. Hey!
Zenti! Até minha mãe notou que tinha abandonado o blog, então vi que era hora de um novo post! Rs! Sério, 2009 está passando muito rápido e cheio de emoções fortes, umas boas outras ruins, então realmente ficou difícil acompanhar tanta informação, absorver tanta novidade, pagar contas, se adaptar a um novo formato de vida e ainda ficar ligada em tanta plataforma virtual ao mesmo tempo. E dá-lhe emails mil, facebook, twitter, blog... Ufa! Isso sem contar o trabalho do dia-a-dia, que demanda certa concentração e tempo. Mas escrevendo aqui agora, vi que o Fashion Art Life não me toma tempo, pelo contrário. Ele me faz organizar as ideias, esclarecer os pensamentos e manter sempre em mente o que eu gosto, o que me motiva, o que me faz caminhar. É o amor pelo belo, pelo culto, pelo bem feito. Paixão pela moda, pela arte e por tudo de bonito que a vida pode nos oferecer, por todo e qualquer fenômeno que traga ao nosso cotidiano às vezes cinza um pouco de cor, de alegria como uma brisa de verão com cheiro de mar num dia quente. Não é uma delícia? Obrigada a vocês por compartilharesm comigo esse espaço.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
All we need is love
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Le temps retrouvè


Neste final de semana prolongado descansei e vi filmes. Disparado o que mais gostei foi Yves desde jovem tinha a fala mansa, pausada e de volume acalentador. Já mais velho, a mesma voz frágil tornou-se trêmula e seu olhar revelou-se o de uma pessoa extremamente tímida e um tanto atormentada por sua própria genialidade. Em umas das cenas do documentário ele se assume como extremamente crítico, que se auto tortura e magoa. Forte, não? Muitas frases de efeito, dentre as quais: “Il n´y a pas de creations sans douleur” (Não há criação sem sofrimento) foi uma das que achei mais marcante. Em outra ele explica o porquê se inspirou no guarda-roupa masculino para suas criações: “Via que o homem tem muito mais confiança na sua vestimenta e quis trazer essa confiança às mulheres”. Yves conta porque foi o primeiro costureiro a contratar manequins negras em Paris. Aos três anos de idade Yves mudou a roupa de uma tia antes dela sair de casa, por não concordar com seu look. Pode isso? Quem gosta de moda tem que assistir, é de ficar emocionado com tudo o que ele representa. Em tempo: o nome é o mesmo da obra prima do filósofo francês Marcel Proust, leitura favorita de YSL.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Falando neles...
Gato é mesmo um bicho muito querido. Além de estar super bem cotado no universo da moda, os pequenos felinos sempre foram adorados por poetas e escritores. Pra mim, não há animal que combine melhor com livros e intelectualidade do que os gatos domésticos. No Brasil, vide Ferreira Gullar, cuja paixão pelos bichanos é explícita. E na foto, o escritor Ernest Hemingway, americano autor de mega clássicos como O sol também se levanta, Porquem os sinos dobram e O velho e o mar, com seu giga gato peludo e lindo. E uma garrafa de vinho, é claro. Inspirador.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Brüno

Assisti ao novo filme do comediante inglês Sacha Baron Cohen e minhas "expectativas" foram confirmadas. Assim como em Borat, não consegui dar uma única risada. O início quando ele se propõe ser o austríaco mais famoso do mundo depois de Hitler, parecia promissor, mas depois tudo degringola. Ao invés de destruir o mundo da moda, que tem material de sobra a ser criticado e com certeza ridicularizado, o que seria uma experiência, digamos, interessante, ele cutuca o universo dos homossexuais e até a adoção de crianças pelos mesmos. O que deveria ser engraçado vira incômodo e até ultraje, como nas cenas em que ele submete o bebê negro a situações no mínimo delicadas. Vai ver que sou careta, mas é um humor que eu definitivamente não entendo.
Promenade

No último domingo, a região dos Jardins foi palco da terceira edição da Promenade Chandon. Esse ano, como não poderia deixar de ser, o tema foi Ano da França no Brasil e deliciosas músicas francesas fizeram parte da trilha sonora. Mais de 750 mil litros do espumante foram consumidos e os "visitantes" fizeram um tour dentre as lojas do quadrilátero mais luxuoso de São Paulo, formado pelas ruas Oscar Freire, Haddock Lobo, Bela Cintra. Entrar na Cartier, Louis Vuitton, Diesel, Armani, Marc Jacobs, apreciar a coleção e ainda tomar uma champonhota é sempre bem-vindo. Alors, vida longa ao Promenade.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Uma noite com o Rei
Último sábado fui com minha mãe a um dos muitos shows que Roberto Carlos tem feito em comemoração aos seus 50 anos de carreira. Com ingressos na mão há mais de dois meses, mamis convidou-me e logo fiquei eufórica. É tanta coisa que ele representa... Li uma nota da Nina Lemos na Folha de São Paulo tentando explicar um pouco do fascínio que ele exerce e super concordei. Tudo muda e se rejuvenesce, revoluciona, moderniza, plastifica. Ele não. Ele continua o mesmo. O terno branco com o mesmo corte, o repertório quase sempre o mesmíssimo, nada de novos efeitos especiais, Nossa Senhora no começo e Jesus Cristo no final do show, que termina com o mesmo gesto de jogar rosas à plateia beijando-as uma a uma. Isso nos conforta, nos acalenta. Saber e sentir que ele está lá e que continua fazendo tudo igual, exatamente do jeito que gostamos e que nos emocionamos, é muito apaziguador ao coração, tem efeito calmante. Lembrei-me de todos os especiais de Natal que assisti com minha avó, passei a maior parte do show cantando todas as músicas e em algumas com lágrimas nos olhos. E ver minha mãe (fã de Roberto desde os tempos da Jovem Guarda, sim, as jovens tardes de domingo) com binóculos nas mãos e uma expressão quase infantil de alegria no rosto, tudo isso não tem preço.
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